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Quem são os candidatos a receber a Copa do Mundo centenária

São três propostas para co-apresentar entre vários países a edição centenária da Copa do Mundo de 2030

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A Copa do Mundo de 2030 estará cercada de valor histórico (Foto: Divulgação)
A Copa do Mundo de 2030 estará cercada de valor histórico (Foto: Divulgação)

Estamos a poucos meses da 22ª edição da Copa do Mundo. Todas as seleções participantes são agora conhecidas, e os especialistas em todo o mundo já estão fazendo o seu melhor para apresentar as melhores previsões de futebol para os jogos. Já sabemos que a 23ª edição será sediada por Estados Unidos, México e Canadá. No entanto, o debate sobre a edição com o maior dos significados já está rolando.

Um novo problema a enfrentar

No passado, a competição para ser designado para organizar uma fase final da Copa do Mundo era feroz, pois não só era considerada como uma grande honra. Como também como um impulso à economia do país através das receitas diretas dos torcedores que o visitavam, bem como as receitas indiretas da publicidade. Claro que exigiria melhorias maciças das infraestruturas relevantes, no entanto, o consenso era de que valia bem a pena.

Contudo, após a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, embora os números digam que a Fifa obtém bons lucros com as competições, tem-se falado seriamente que os países anfitriões não recebem de fato os lucros que esperavam. De fato, tem sido amplamente divulgado que as três últimas edições resultaram em dívidas para os organizadores, deixando-os com um potencial retorno do investimento proveniente da exploração das infraestruturas melhoradas.

Há até mesmo uma reivindicação de que a Fifa fica com todos os lucros, não deixando nada para os anfitriões. É uma condição que resultou numa relutância de países em empreender a tarefa de receber um futuro torneio.

2030 é a edição centenária e deve ser especialmente celebrada

A solução feita para ultrapassar o problema foi seguir os passos de co-anfitrião da Copa do Mundo por mais de um país, como aconteceu em 2002 com a Coreia do Sul e o Japão. No entanto, há aqui uma questão adicional a considerar. A Copa do Mundo de 2030 irá comemorar os 100 anos da competição. Isto traduz-se em acordos especiais, e algo extra para denotar a ocasião. Aqui estão os possíveis candidatos:

A) Os Ibéricos

A Espanha e Portugal apresentaram a sua proposta sob a vantagem de uma infraestrutura já existente que inclui alguns dos estádios mais modernos do mundo.

B) Os Balcãs

A segunda proposta vem de Bulgária, Grécia, Romênia e Sérvia. Ainda não foi formalmente apresentada, uma vez que existem algumas questões a resolver de antemão.

C) Os Sulamericanos

O desenvolvimento mais recente é a candidatura do Cone Sul: Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. Toda a premissa e ponto forte do esforço é que a competição regresse aonde tudo começou em 1930. Contudo, apelidaram a sua candidatura de “proposta austera”, uma vez que necessitarão da ajuda do Banco de Desenvolvimento da América Latina, o que é um aspecto negativo. Outra questão é que será a segunda vez consecutiva que a organização será atribuída ao mesmo continente, o que reduz ainda mais as suas chances.

Duas das três propostas incluem uma primeira: a de co-anfitrião de quatro países. A ideia já recebeu um amplo apoio dos blogs de apostas esportivas. A sugestão do Cone Sul recebeu uma aceitação mais ampla, apesar dos contratempos acima mencionados, não só por razões históricas, mas também porque é o continente que fornece os maiores talentos a todo o mundo.

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