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Em entrevista à Betway, consultor financeiro explica como o futebol brasileiro dominou a América do Sul

Desde 2011, o futebol brasileiro esteve presente em 16 semifinais da Libertadores, um recorde

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O Flamengo transformou a vantagem financeira em força em campo (Foto: Pixabay)
O Flamengo transformou a vantagem financeira em força em campo (Foto: Pixabay)

Nos últimos 20 anos, o Brasil conseguiu dominar a Copa Libertadores da América e superou até mesmo a tradicional força argentina na competição. Flamengo, Corinthians, Grêmio, Palmeiras e Atlético Mineiro foram algumas das equipes consagradas neste período. Em entrevista ao site da Betway, o consultor financeiro da Ernst & Young, Pedro Menezes, explicou como o país conseguiu superar as outras nações e tirou o protagonismo da Argentina no cenário sul-americano.

Desde 2011, se olharmos apenas para a Libertadores, o futebol brasileiro esteve presente em 16 semifinais e foi o recordista nesse quesito. Os tradicionais clubes da Argentina, como River Plate e Boca Juniors, marcaram presença apenas 14 vezes. Enquanto isso, países como o Paraguai e o Equador não passaram de quatro participações nesta etapa. Ou seja, a superioridade do Brasil na competição é evidente, e um dos motivos é a vantagem financeira diante dos outros países.

Isso foi explicado pelo consultor Pedro Menezes, em entrevista ao Betway Insider, site de palpites na Libertadores. No relatório da Ernst & Young sobre a situação financeira dos clubes brasileiros, é possível perceber um grande crescimento nos últimos anos. O Flamengo, por exemplo, foi o único time da América do Sul que conseguiu superar a barreira dos R$ 3 bilhões em receita nos últimos cinco anos. A equipe campeã da Libertadores de 2019 conseguiu somar aos cofres cerca de R$ 3,3 bilhões. Isso é algo que faz muita diferença em campo, principalmente no futebol moderno.

Pedro Menezes explica que esses grandes números também acompanham outras equipes, como o Atlético Mineiro e o Palmeiras. Ou seja, a disputa na Libertadores está ficando cada vez mais desigual, e o Brasil tem uma perspectiva de domínio do cenário. O consultor afirma que o Brasil é a maior economia da América do Sul, com mais de 200 milhões de potenciais consumidores, e que isso ajudou na reestruturação de vários clubes. Atualmente, para a Ernst & Young, o Flamengo, o Palmeiras e até mesmo o Athletico Paranaense possuem uma perspectiva mais positiva que algumas grandes equipes da Argentina, como o Boca Juniors.

Uma grande diferença na economia

Os resultados em campo, principalmente nos últimos dois anos, mostram com evidência essas mudanças. Na própria Copa Libertadores, as decisões estão começando a ficar mais brasileiras. Em 2020 e 2021, por exemplo, o Palmeiras, duas vezes, o Flamengo e o Santos foram os protagonistas da última fase. Algumas projeções mostram que o futuro deve continuar neste ritmo, pois é difícil ver algum outro país conseguindo fazer frente ao poder financeiro do futebol nacional.

Na reportagem produzida pela Betway, site de apostas esportivas, um comparativo de 2018 mostra como existe um grande domínio do Brasil nas receitas de todo o continente americano. O país aparece com 10 representantes entre os 20 clubes que mais conseguiram acumular dinheiro na temporada. O Palmeiras e o Flamengo, líderes neste quesito, possuíam mais de R$ 150 milhões em receita, o que significa uma vantagem de quase R$ 50 milhões para o Boca Juniors, por exemplo.

O Corinthians, o São Paulo e o Grêmio também aparecem com bons valores nesta tabela, e mostram que a maior força do futebol sul-americano agora vem do Brasil. A prova disso é que todos esses clubes não conseguiram apenas bons resultados financeiros, mas também vitórias importantes. No caso de São Paulo e Grêmio, ambos conseguiram o terceiro título na Copa Libertadores e se consolidaram como verdadeiras potências da América do Sul.

Brasil se aproxima de recorde argentino

O crescimento dos clubes brasileiros, e a superioridade diante dos rivais argentinos, promete mudar alguns pontos da história do futebol sul-americano. Na contagem de títulos da Libertadores por países, por exemplo, o Brasil aparece com 21 taças e está muito perto de igualar as 25 conquistas que a Argentina possui na competição.

A entrevista de Pedro Menezes mostra que a situação financeira dos clubes causa muito impacto em campo. O Brasil é uma potência econômica, e isso acaba gerando receitas e diferentes formas de fazer dinheiro. A vantagem para outros países sul-americanos, principalmente a Argentina e o Uruguai, deve ficar ainda maior. Ou seja, o domínio do futebol brasileiro na Libertadores apenas começou a se consolidar.

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