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7 curiosidades sobre a Copa Conmebol Libertadores

Você sabe tudo sobre a Libertadores da América? Conheça curiosidades e dados mais surpreendentes

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O país com mais taças é a Argentina, com 25, e o Brasil soma 21 (Foto: Reprodução)
O país com mais taças é a Argentina, com 25, e o Brasil soma 21 (Foto: Reprodução)

Você, fã de futebol, acha que sabe tudo sobre a principal competição de clubes do nosso continente? Então é hora de tirar isso a limpo. Separamos 7 dos fatos mais curiosos que envolvem a Copa Libertadores da América. Boa leitura!

1. O maior campeão da taça não a conquista há 38 anos

Das 62 edições da Libertadores da América já tivemos 25 campeões. 15 deles já a conquistaram mais de uma vez. O país com mais taças é a Argentina, com 25, e o Brasil corre por fora com 21. Os clubes uruguaios vêm em terceiro, com apenas 8 conquistas.

Para a surpresa de poucos, o clube que mais vezes ergueu a Liberta também é argentino. O Independiente, de Buenos Aires, já foi campeão continental 7 vezes. Sua 7ª e última conquista, no entanto, já faz quase 40 anos.

O clube derrotou o Grêmio na final da Libertadores de 1984 e colocou sua sétima plaquinha na base do mítico troféu. O Independiente também é a única equipe que conquistou por 4 vezes consecutivas a taça.

O “Rey de Copas”, como é conhecido, foi campeão da Libertadores de 1972 a 1975. O recorde permanece intacto, mas começa a ser ameaçado pela forte equipe do Palmeiras, atual bicampeã (2020 e 2021).

Esses são todos os campeões da Libertadores da América (Foto: Reprodução)
Esses são todos os campeões da Libertadores da América (Foto: Reprodução)

2. O troféu original foi completamente restaurado em 2021

Apesar dos esforços da Conmebol em manter sempre a taça original nas mãos dos campeões a cada ano, nada é para sempre. Nem mesmo uma resistente liga de prata utilizada na confecção da taça mais desejada pelos clubes sul-americanos.

O troféu, inclusive, teve de ser substituído por uma réplica a partir de 2009. Afinal, são muitos e muitos anos de comemorações exacerbadas por parte dos campeões. Já foi possível vermos em diversas ocasiões, por exemplo, a taça sem o seu ‘bonequinho’ de bronze (localizado na ponta do troféu).

Durante a celebração do Once Caldas em 2004, a taça chegou a quebrar diante dos milhares de torcedores presentes no estádio. Todos viram a grande redoma de prata da taça se despedaçar enquanto os jogadores a chacoalhavam.

O icônico troféu da nossa Liberta foi criado em 1959 pelo designer italiano Alberto De Gásperi. Na época, ele trabalhava na Joalheria Camusso, na capital peruana. Foi nesta mesma joalheria que, em 2021, a taça original feita por Alberto foi restaurada.

Sua base e suas diversas plaquinhas com os nomes dos campeões de cada ano foram polidas. O troféu foi todo remodelado de acordo com o design original.

A partir de agora ele será usado somente durante as comemorações, para depois ser substituído por uma réplica 25% menor. Então, provavelmente demoraremos para ver novos danos nesta mítica taça.

3. Há somente 8 campeões da Libertadores como jogador e treinador

É isso mesmo. Somente 8 pessoas já a conquistaram como jogador e treinador, com destaque para Renato Gaúcho, único brasileiro da lista:

● Humberto Maschio (1967, 1973)
● Roberto Ferreiro (1964, 1965, 1974)
● Luis Cubilla (1960, 1961, 1971, 1979, 1990)
● Juan Martín Mujica (1971, 1980)
● José Omar Pastoriza (1972, 1984)
● Nery Pumpido (1984, 2002)
● Marcelo Gallardo (1996, 2015, 2018)
● Renato Portaluppi (1983, 2017)

Renato Gaúcho, como é também conhecido, foi um dos protagonistas do primeiro triunfo continental do Grêmio em 1983. Em 2017, no comando técnico da equipe, Renato ingressou neste seleto grupo conquistando o tricampeonato continental dos tricolores.

4. A origem do nome ‘Libertadores da América’

Por mais banal que este nome soe hoje, não há como negar que Libertadores é um nome único e imponente. Se distingue facilmente dos nomes de tantas outras competições. Ao ouvi-lo, um turbilhão de emoções e memórias vêm à cabeça do torcedor.

Afinal, como os argentinos dizem… a Libertadores é a nossa obsessão. Para nós, brasileiros e sul-americanos, esta competição poderia ser simplesmente definida como o sinônimo do próprio futebol, nossa paixão em comum.

Quando foi criada em 1959, a competição reunia apenas 7 equipes e carregava o nome de “Copa dos Campeões da América”. Pois só participavam dela os campeões nacionais de cada um dos países sul-americanos. A partir de 1965, a competição foi rebatizada para o nome que hoje conhecemos, Copa Libertadores da América.

O significado por trás do nome da competição tem relação com a libertação da América do Sul de seus colonizadores. O nome, então, foi uma homenagem aos líderes liberais dos movimentos de independência dos países do continente, conhecidos como ‘libertadores’. Grandes nomes como:

● Simon Bolívar (Venezuela, Bolívia, Equador e Peru)
● José de San Martin (Argentina, Chile e Peru)
● Bernardo O’Higgins (Chile)
● José Miguel Carrera (Chile)
● Antonio José de Sucre (Venezuela)
● José Gervasio Artigas (Uruguai)
● José Joaquín de Olmedo (Equador)
● Manuel Belgrano (Argentina)
● Dom Pedro I (Brasil)
● Entre outros

Foram todos burgueses descendentes de europeus que dedicaram suas vidas resistindo ao domínio espanhol e português nas Américas. Com exceção de Dom Pedro I, que era membro da nobreza de Portugal e passou a ser imperador do Brasil após declarar sua independência.

O nome da competição tem relação com a libertação da América do Sul (Foto: Reprodução)
O nome da competição tem relação com a libertação da América do Sul (Foto: Reprodução)

Patrocinadores e naming rights da competição

Ainda a respeito do nome da competição, vale lembrar que por muitos anos a Conmebol negociou os seus naming rights. Prática que desde 2018 é evitada pelos gestores da entidade, mantendo o nome oficial do torneio “Conmebol Libertadores da América”, ainda vigente.

A primeira ocasião em que essa competição esportiva mudou seu nome por motivos comerciais foi em 1997. Quando passou a se chamar “Copa Toyota Libertadores”, em parceria de 10 anos firmada junto à fabricante japonesa de automóveis.

Depois foi a vez do Grupo Santander estampar seu nome no letreiro da competição. Por último, veio a fabricante de pneus Bridgestone, que patrocinou o evento continental entre os anos de 2013 e 2017.

5. A partir de 2023 clubes mexicanos devem voltar à Libertadores

É isso mesmo. A Conmebol já revelou que em 2023 teremos novamente equipes convidadas em nossa competição continental. Em 2016, a Concacaf decidiu retirar as equipes mexicanas da competição visando valorizar seu calendário.

Desde então não tivemos mais clubes convidados por parte da Conmebol. No entanto, em mensagem ao grupo detentor do clube Pachuca do México, a Conmebol voltou a convidá-los para retornarem à Libertadores.

O convite se estende a todas as equipes do país da América Central, tanto para a Libertadores quanto para a Sul-Americana.

O Pachuca na verdade foi a única equipe convidada a ganhar uma competição da Conmebol. Em 2006, o clube mexicano derrotou a equipe chilena do Colo-Colo e sagrou-se campeão da Sul-Americana.

6. O jogador brasileiro com mais títulos de Libertadores

Ao contrário do que você deve estar imaginando, não é nenhum craque badalado e conhecido o brasileiro com mais títulos.

O nome dele é Vítor, ex-lateral direito 4 vezes vencedor da competição. Bicampeão pelo São Paulo (1992 e 1993) e campeão também vestindo as camisas de Cruzeiro (1997) e Vasco (1998).

Apesar de não ter assumido nenhum protagonismo nas 4 campanhas – pois foi reserva na maior parte do tempo – o ex-jogador pode se gabar do feito. Depois de Vítor, temos nomes como Dinho, Elivélton, Ronaldo Luis, Palhinha e Fabiano Eller, com 3 conquistas cada.

O recordista não-brasileiro com mais títulos é argentino, é claro… Francisco Sá, ou simplesmente ‘Pancho Sá’, já foi campeão da América em 6 ocasiões. 4 foram na sequência histórica do Independiente (1972-1975) e 2 foram pelo Boca Juniors (1977 e 1978).

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