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Deu a louca

Maior colecionador de figurinhas de futebol do mundo possui 4 mil álbuns

O italiano Gianni Bellini, colecionador de álbuns desde os anos 80, possui 2,5 milhões de figurinhas

Gianni Bellini mantém contato diariamente com 300 colecionadores (Foto: AFP)
Gianni Bellini mantém contato diariamente com 300 colecionadores de figurinhas (Foto: AFP)

Se a maioria dos fãs de álbuns de figurinhas de futebol só entra em ação a cada quatro anos, em tempos de Copa do Mundo, o italiano Gianni Bellini nunca descansa. Todo dia, ele dedica de 4h a 6h para cuidar de sua coleção. Também, pudera. São 4 mil álbuns e 2,5 milhões de cromos.

O tipógrafo aposentado, de 57 anos, mora na cidade de San Felice sul Panaro, a 30 km de Modena, na Itália, a casa da Panini, maior fabricante de álbuns de figurinhas do mundo. Claro, Bellini virou o cliente mais fiel da empresa, adquirindo os produtos direto na fábrica.

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Início nos anos 80

O gosto de Bellini por figurinhas começou aos 13 anos. A mania pra valer veio a partir dos 19 anos, logo após se casar. Ele soube que cada país tinha seus álbuns de figurinhas. Assim, passou a publicar anúncios em jornais de todo o mundo, à procura de outros colecionadores.

Quatro décadas depois, alguns fornecedores seguem os mesmos. Diariamente, Bellini mantém contato com cerca de 300 colegas colecionadores de álbuns de figurinhas. “Envio cerca de 5 mil emails por ano”, estima o italiano, em entrevista à agência AFP.

O aposentado Gianni Bellini dedica de 4h a 6h por dia para a coleção (Foto: History A+E)
O aposentado Gianni Bellini dedica de 4h a 6h por dia para a coleção (Foto: History A+E)

Templo das figurinhas

A maior coleção de álbuns de futebol do mundo é cuidadosamente arquivada a uma temperatura de 23 graus, em sua casa. Também está toda digitalizada em seu computador.

O item mais valioso é uma edição ainda selada do álbum da Copa do Mundo de 1970, o primeiro internacional da Panini – avaliado em 35 mil dólares (R$ 180 mil, na cotação de agosto de 2021).

A Panini, por sinal, representa apenas a metade da coleção. Entre os álbuns há itens de muitos outros fabricantes, como a Topps, que licencia a Liga dos Campeões da Europa.

“Mas a Panini é a melhor”, assegura Bellini, que possui álbuns de países dos mais variados possíveis, como Papua Nova Guiné, Tailândia, Chipre e Guatemala.

“Colecionador de verdade compra ou troca, mas não vende”. (Gianni Bellini)

Gasto astronômico

Em suas contas, o colecionador gasta até 5 mil euros por ano (R$ 25 mil) com álbuns e figurinhas. “Somando tudo, daria para comprar algumas casas de férias, na praia e nas montanhas”, arrisca Bellini, em outra de suas várias entrevistas, para a revista inglesa Four Four Two.

Apesar disso, sua esposa não chia. “Assim ele fica sempre em casa, onde eu posso ficar de olho”, diverte-se Giovanna Guidotti. Sorte deles.

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